Total IP 06 de março de 2023

Qual a importância da segurança da informação?

A Internet é um ambiente rico em possibilidades e um espaço perfeito para mentes criativas. Justamente por isso, com tanto material disponível a apenas um clique, garantir a sua preservação e segurança da informação é fundamental. Logo, essa é uma das grandes preocupações das instituições. Quais os riscos iminentes quando não há proteção suficiente? Você sabe as funções de um especialista da área? Confira agora.

Milhões de bits bytes circulam “mundo afora” na Internet todos os dias. Nunca antes na história tivemos uma ferramenta tão democrática para publicar e consumir conteúdo. Entretanto, como tudo tem um limite, deve haver cautela ao inserir informações na rede.

Com tantos dados em “trânsito”, das mais variadas fontes, entre pessoas reais, fakes e entidades, alguns acabam tendo mais valor em comparação a outros. Para todos eles, a segurança da informação é o conceito por trás de sua defesa, detalhes e afins para assegurar sua visualização somente aos seus responsáveis de direito ou as pessoas às quais foram enviados.

Na voz dos especialistas

Conforme afirma Afonso Morais, CEO da Morais Advogados Associados: “a segurança da informação é basicamente a vida da empresa”. Afinal, sem ela, acabará perdendo sua proteção de sigilo ou mesmo  sendo “hackeada”, inutilizando suas atividades e progresso. 

Segundo uma pesquisa divulgada pela companhia de cibersegurança Sóphos, 55% das 200 corporações brasileiras entrevistadas sofreram ataques de ransomware em 2021, em comparação com 38% registrados no ano anterior. Tais números mostram um volume expressivo de invasões cibernéticas. Logo, as exigências relacionadas à proteção de dados pessoais é imprescindível. 

Por exemplo, imagine uma grande empresa internacional com projetos em diversas frentes e participante em aquisições públicas. É natural e saudável manter essas informações em sigilo, mas sempre existe o risco de alguma vazar. Se isso acontecer, a perda pode ser irreparável.

Em uma organização, a sua proteção provém de políticas, processos e métodos utilizados para garantir o controle e segurança. Isso evita o uso ou acesso de usuários indesejados a esses elementos.

Para isso, é fundamental ter um departamento de TI (tecnologia de informação) capacitado para lidar com as mais diversas situações de vulnerabilidade. Hoje, já existem várias ferramentas para impedir problemas graves e garantir a integridade e confidencialidade dos dados.

Para Kleber Souza, gerente de segurança de TI da Compugraf, “esse cuidado com a é hoje um diferencial de mercado”. Isso porque, além de evitar processos judiciais, multas e outros tipos de prejuízos financeiros, também evita o dano à imagem da organização, a perda de confiança de seus clientes e espaço de mercado. 

Quais os pilares da segurança da informação?

É baseada em cinco pilares principais. São diretrizes para atividades voltadas para a garantia da proteção de dados da organização. Esses são, respectivamente:

  • Confidencialidade: As medidas implementadas devem ser capazes de garantir sua visibilidade apenas nas mãos de pessoas autorizadas. Geralmente é utilizado para definir níveis e controle de acesso criando uma hierarquia de dados; quanto mais sensíveis, ou valiosos, menos pessoas podem acessá-los.
  • Integridade: Por sua vez, a integridade trata da sua preservação. O objetivo é evitar sua  alteração ou danificação, causando prejuízos à companhia. Em geral, é mantida por meio de backups automáticos, rastreamento de alterações de documentos, manutenção regular de dispositivos de armazenamento e outras funções.
  • Disponibilidade: Além da discrição e plenitude, os arquivos devem estar disponíveis quando necessário. Isso significa garantir o seu acesso quando e onde for necessário. A fim de evitar a interrupção dos processos organizacionais e causar atrasos nas operações.
  • Autenticidade: A autenticidade pressupõe a legitimidade da informação, sendo sempre verdadeira, sem a interferência de users não autorizados. Deve-se garantir a sua inalterabilidade e o rastreamento de todas as ações realizadas.
  • Legalidade: Por fim, todos os procedimentos voltados à segurança da informação precisam estar em conformidade com a lei. No Brasil, os dados protegidos devem atender a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, garantindo a atuação da empresa dentro do previsto na legislação vigente.

Além de investir em  sistemas e mecanismos eficazes de segurança de dados equipados com tecnologia de criptografia, autenticação biométrica, serviços em nuvem, proteção antivírus atualizada, backup automático e diversos outros meios, também é importante  focar no comportamento do usuário. De fato, os dispositivos técnicos disponíveis no mercado percorrem um longo caminho para proteger as empresas contra vazamento de informações confidenciais, acesso não autorizado e todos os tipos de ameaças. 

No entanto, os funcionários também devem ser orientados sobre as melhores práticas implementadas diariamente para garantir a segurança de todos. Com o auxílio de cursos e treinamentos internos, é possível ensiná-los, por exemplo, a  não compartilharem suas senhas pessoais, ou não saírem da mesa sem primeiro bloquear o acesso ao computador, não clicar em links suspeitos ou abrir arquivos enviados por desconhecidos.

Você percebeu a importância de uma atuação assertiva nessa esfera? Portanto, invista no campo e em um bom profissional para sair à frente da concorrência e obter melhores resultados!

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Compugraf

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