18 de julho de 2022

Os projetos são adequados à Lei Geral de Proteção de Dados para proporcionar maior segurança e confiabilidade de mercado para seus parceiros

A pandemia de Covid-19 e o aumento do home office têm exigido uma maior atenção à cibersegurança, mas, ainda assim, grande parte das empresas brasileiras não adequaram suas regras à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). De acordo com um levantamento da consultoria ICTS Protiviti, 84% delas não estão preparadas para as novas regras de privacidade.

Além disso, em relação ao setor financeiro, que é o mais propício a ataques cibernéticos, o estudo mostra que 31,8% deles estão prontos para as exigências da lei. Por outro lado, uma pesquisa global realizada pela Experian, multinacional de gestão de informações e bancos de dados, presente em 44 países, mostrou que 46% dos brasileiros confiam nos bancos para compartilhar seus dados financeiros.

Neste cenário, a Compugraf, provedora de soluções de segurança da informação, privacidade de dados e governança das principais empresas brasileiras, é protagonista ao idealizar e implementar projetos para proporcionar maior segurança e confiabilidade de mercado para seus parceiros. E cada procedimento tem o foco de, justamente, ser adequado à LGPD.

Segundo o Engenheiro de Produto da Compugraf, José Aparecido, os serviços são destinados a instituições de todos os portes. “Qualquer empresa que se preocupa com a segurança da informação nos negócios merece atenção”, afirma Aparecido. “Investir em privacidade é estar sempre um passo à frente da concorrência”, completa o engenheiro.

Mais do que ser um aditivo para o gerenciamento institucional, o cuidado para com a LGPD tornou-se uma necessidade do setor financeiro. “A cibersegurança deve ser tratada com extrema importância, sempre presente no processo evolutivo das empresas, além de se tornar política interna para seguir todas as boas práticas, garantindo governança e privacidade dos dados”, reforça Aparecido. “Este fluxo é super importante para inovação e transformação digital de qualquer empresa”, explica.

No entanto, garantir a privacidade e a segurança da informação exige bons recursos, conforme destaca o engenheiro da Compugraf. Cada cliente requer uma solução com suas respectivas especificações, com tecnologia de ponta e um time especializado em agregar valor aos serviços ofertados.

Para uma grande instituição financeira, por exemplo, Aparecido explica que a implementação de uma plataforma de gestão de privacidade, visando a adequação aos requerimentos da LGPD foi essencial para garantir uma maior confiabilidade de mercado. “Foram utilizados módulos que fazem todo o gerenciamento de dados pessoais, bem como o tratamento dos direitos dos titulares, proporcionando uma gestão única e centralizada”, afirma. Uma das consequências do processo é o próprio relacionamento do banco cliente. “Gera mais transparência, o que melhora em relação à demanda de cada pessoa”, completa.

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