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Amil Alcança economia de 62% com adoção do protocolo VoIP
Publicado em 22/04/2007
Investimento de US$ 19 mil foi o suficiente para reestruturar a rede privativa e gerar economia...
Ana Paula Martins Com o objetivo de reduzir custos, a Amil otimizou o uso se sua rede privativa e adotou o sistema VoIP para toda a corporação. O resultado - Uma economia de 62% no custo com telefonia.


Para encontrar a solução, a operadora firmou parceria com a Compugraf, empresa especializada em telefonia corporativa e sistemas de comunicação. O projeto para atender a necessidade da Amil partiu de uma medida simples e encontrada dentro da própria empresa: a operadora passou a usar toda a capacidade de sua rede privativa MPLS (multiprotocol label Switching).
A operadora trabalha com uma central de dados com capacidade de armazenamento de dados de 2,5 Tb, com previsão de crescimento para 5,5 Tb.

"Fomos pioneiros em obter uma rede privativa há cinco anos, mas só a usávamos para fazer transmissão de dados. A transmissão de voz fez toda a diferença para o negócio", afirma Marco Antonio Pereira, gerente de Tecnologia de informação da Amil.
través do protocolo Ip a Amil conectou seu PABX à rede, assim as unidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Brasília são integradas por meio de uma placa UGW. Com a tecnologia, qualquer ligação á cobrada como local e, para uma empresa que registra 8,5 mil ligações diárias entre suas filiais, o impacto do resultado foi positivo. "Atingimos 62% de economia em nosso custo com telefonia. Foi a melhor relação custo / benefício que podíamos atingir", revela Pereira. Para entender à demanda de telefonia e tornar possível a otimização do uso a rede, a Amil mudou o fornecedor da rede, migrando da Embratel para a Telefônica, o que representou o único custo da operação, equivalente a US$ 7 mil pela administração do serviço e US$ 12 mil para a locação dos canais.

O sistema VoIP é utilizado tanto nas ligações corporativas como no call center da operadora. Os usuários que ligam para a Amil são atendidos pelos operadores do Rio de Janeiro, que respondem pelas solicitações mais simples. Para assuntos específicos, as ligações são transferidas para os sites de São Paulo, Curitiba e Brasília, sem custo algum para quem fez a ligação. "Integramos nossos sites e isso facilitou a administração da rede e a gestão de TI", afirma Pereira. A rede conta com 30 canais para fazer as conexões entre os sites, o que permite que sejam feitas 60 ligações ao mesmo tempo. Com a modificação e aproveitamento da estrutura existente, também foi possível disponibilizar na rede MPLS o serviços de Qos ( Quality of Service), um organizador de tráfego de rede que define prioridades e limites e a modificação da engenharia de tráfego, trabalho executado entre o a equipe técnica da Amil e a Telefônica
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